Após contratar um batalhão de assessores de imprensa para tentar se blindar das crescentes críticas na mídia e redes sociais, bem como para se proteger da cobrança de taxas abusivas pelas prefeituras, o aplicativo Uber terá que investir pesado na contratação emergencial de especialistas em direito do trabalho. Caso algumas decisões de primeira instância não sejam rapidamente contestadas e derrubadas, muito em breve o aplicativo ocupará posição de destaque no ranking dos Tribunais Regionais do Trabalho e, como consequência direta, poderá ter seu negócio inviabilizado no Brasil.
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