Tiro no pé

O programa de restruturação e demissão voluntária do Banco do Brasil tem sido um verdadeiro desastre. Passados alguns meses de seu anúncio pelo ainda atual presidente da instituição Paulo Rogerio Caffarelli em outubro do ano passado, a adesão ao programa ainda não alcançou nem cinquenta por cento do esperado. Alem do stress e apreensão desnecessária que têm gerado nos funcionários das agências, o programa tem forçado clientes tradicionais a migrarem para os canais digitais. Muitos deles já estão migrando, só que de banco. Não é a toa que o banco perdeu a liderança em ativos para o Itaú na semana passada. 

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