A próxima reunião do Comitê de Política Monetária nesta quarta-feira, dia 22 de fevereiro, será fundamental não só para a popularidade do Governo Temer, mas principalmente para a economia brasileira, que ainda se encontra em estado de coma profundo. Com dados ainda muito preocupantes de desemprego e atividade econômica divulgados nos últimos dias, não seria nada recomendado o comitê presidido por Ilan Goldfajn manter o mesmo ritmo do corte da reunião anterior, de 0,75 por cento. Como motivos não faltam para um corte maior, valeria registrar que, só para tirar o Brasil do topo do ranking das maiores taxas de juros reais do planeta, ainda seria necessário um corte de, pelo menos 2,50 por cento já na próxima reunião, o que, infelizmente, não irá ocorrer.
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