Bom para quem?

Com audiência e público em queda, grande parte explicada pela pouca empolgação no público jovem, a organização da Fórmula 1 terá grande dificuldade para justificar os investimentos milionários exigidos anualmente para manter seu Grande Prêmio no Brasil. O lobby para a ressurreição de Felipe Massa já demonstra quão dura será pela frente a vida do húngaro-brasileiro Tamas Rohonyi, que é um dos poucos que ainda ganha com a corrida, junto, é claro, com a Rede Globo. 

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