FGTS suíço

Coincidência ou não, a área comandada por Sérgio Firmeza Machado no banco suíço Credit Suisse, foi quem fechou as primeiras operações de grandes companhias brasileiras com o enrolado FI-FGTS, logo após o fundo ser criado. Serginho, como era conhecido no mercado, carrega o mesmo nome de seu ilustre pai, delator da Lava Jato e ex-presidente por vários anos da Transpetro, e ficou conhecido por receber uma das maiores rescisões trabalhistas da história brasileira. Como Serginho deverá se juntar a sua família em Miami em breve, caberá ao famoso banqueiro José Olympio Pereira, atual CEO do banco, a dura tarefa de explicar os mais R$200 milhões em comissões que o Credit Suisse recebeu de companhias como CCR, Energisa, Usiminas, J Mallucelli e Cosan para intermediar operações camaradas com o FI-FGTS no início da crise global iniciada em 2008. 

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