Há vinte e cinco anos, na orla de Salvador em dias de Carnaval, era possível assistir aos blocos que passavam na Barra e Ondina, sentado na calçada. Bons tempos. Hoje, nesta mesma calçada, é impossível circular, mesmo fora dos horários que passam os trios elétricos. Há uma infinidade de caixas de isopor dos vendedores de cerveja de um lado da avenida e um paredão de camarotes do lado oposto.
Sem contar os ambulantes que sem outra alternativa amanhecem dormindo agarrados nas caixas de isopor, para nāo serem roubados, no meio do mal cheiro de xixi, muitas vezes com crianças….
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