Grandes empresas, que movimentaram bilhões de dólares nos anos em que atuou abertamente o Cartel do Câmbio, começaram a se mobilizar para buscar ressarcimentos dos bancos que operaram o cartel de 2003 a 2013. Na maioria dos casos, os prejuízos serão compensados através de acordos extrajudiciais milionários entre os bancos e as companhias. O maior temor dos bancos e seus caros assessores legais é a judicialização do caso. Não é a toa que os bancos estrangeiros e seus principais banqueiros têm tentado, a qualquer custo, evitar que o caso atraia uma investigação do Ministério Público e que se transforme em uma ação civil pública. Caso isto ocorra, pela primeira vez na história do Brasil, uma lista enorme de banqueiros iriam para a cadeia.
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