Uma das imagens emblemáticas da semana, que está só começando, é a do sorriso aberto do ex-executivo Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, apontado como líder do Departamento de Propina da Odebrecht, ao se apresentar para depor no julgamento do processo de cassação da chapa Dilma-Temer, no Tribunal Eleitoral Superior em Brasília.
Do que ria Hilberto?
1) Do fato de cumprir prisão domiciliar e já poder usufruir da bela ilha da família, na Baía de Todos os Santos, propriedade do pai, ex-presidente do Banco do Nordeste.
2) Do fato de até agora não ter sido liberado pela Justiça brasileira a depor às autoridades suíças sobre a conta da off-shore Smith & Nash, por onde escoaram U$ 45,4 milhões da Odebrecht, sob sua supervisão.
3) Da sensação de alegria remanescente do inebriante Carnaval baiano.
4) Da sensação de impunidade.
5) Todas as opções acima e outras razões secretas.
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