Em 2005, quando passou 40 dias preso ao lado do filho, Flávio, na sede da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, também acusado de corrupção, um amigo de Maluf, dono de uma produtora de vídeo onde ele costumava gravar programas eleitorais para a TV, contou que seu filho, um jovem cinegrafista em início de carreira na TV Globo, quase tinha congelado de frio ao ficar de plantão madrugadas seguidas, dentro do carro da emissora, em frente à carceragem da PF, à espera de sua libertação.
Maluf não titubeou:
– Coitado. Da próxima vez, mando entregar uns cobertores.
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