Não é sem razão o nervosismo que aflige o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Além da Lava jato, ele quer pagar, e não consegue, a promessa que fez a vários partidos e deputados que o reelegeram. Cada membro da mesa diretora tem direito a 33 cargos – que exagero – com funcionários de fora do quadro da casa. Ele quer redistribuir para aumentar o número de apadrinhados e alega que essa manobra não aumentará a folha de pagamento da Câmara. Não é verdade, até porque a Câmara pagará, a cada novo integrante, auxílio creche, auxílio escola e auxílio alimentação. Ele ainda fala em contenção de gastos no país.
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