Lei Adriana Ancelmo

Se Adriana Ancelmo – a comparsa do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral – tiver mesmo a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar para poder ficar ao lado dos filhos de 11 e 14 anos – uma preocupação do Juiz Marcelo Bretas – todas as mães da população carcerária do Brasil (mais de 37.000 presidiárias ao todo) deveriam se unir para exigir direitos iguais. O próprio escritório de advocacia da doutora Adriana poderia propor uma lei Adriana Ancelmo para garantir às mães presidiárias o direito de cuidar de seus filhos em casa.

Se uma ré envolvida em malfeitorias de pelo menos R$ 250 milhões merece esta consideração, por que mulheres que geraram muito menos prejuízos ao Brasil não podem requerer este privilégio?

Deixe um comentário

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑