Os pescadores não autorizaram o desconto dos honorários, e o mais crítico: um agravo de instrumento se encontra inconcluso para julgamento na 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia, tendo como relator o desembargador Augusto Bispo.
E o moço, por incrível que pareça, está em via de receber mais 36 milhões de reais em ação provocada pelo mesmo derramamento de óleo, em processo que se encontra na 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia.
Os pescadores vão a Brasília no dia 3 de abril para denunciar o escândalo junto ao Conselho Federal da OAB. A Petrobrás, apesar da Lava Jato, continua tendo que pagar indevidamente, e sem comprovantes, advogados deste estilo.
Com a palavra: O presidente da Petrobrás, Pedro Parente.
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