A cada dia fica mais difícil a condução e a aprovação da reforma da previdência no Congresso Nacional. O relator do projeto, deputado Artur Maia, está confuso e indeciso. Anunciou que iria retirar isenções de todas as entidades filantrópicas: são 2.100 que atendem 51 por cento do SUS. Teve que recuar, como por exemplo, retirar a isenção das obras da Irmã Dulce que atendem gratuitamente milhares de baianos pobres. Mães, pais, irmãos, irmãs, tios e demais parentes de deputados pressionam para que o projeto não seja aprovado. E dificilmente será.
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