O Rio de Janeiro precisa – e rápido – de um empresário, desvinculado da política, para assumir as rédeas do estado e da capital. Como João Doria Júnior está ocupado na cidade vizinha e Eike Batista está na cadeia, sobram poucas opções para o principal cartão-postal do Brasil.
Com o ex-governador atrás das grades, o atual governador e o ex-prefeito citados e recitados em delações premiadas e o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, prestes a ser trancafiado, o bom senso recomenda que se mantenha distância do ex-núcleo duro do poder e de suas tenebrosas conexões.
O problema, ainda, é saber onde estas conexões começam e onde terminam.
Quem é inocente neste olho de furacão?
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