Já tem muita gente arrependida de ter abraçado a causa da representação política do Distrito Federal na década de 80. Surgiu uma Câmara de Vereadores de luxo, interesseira, corporativista, de pequenas ideias, mas de grande ambição na malversação de dinheiro público. Para completar, um executivo local, que não consegue distinguir o que é a Capital do país e as populações aglomeradas no seu entorno, só pensa em votos. Tivemos, em série, governadores presos, senadores cassados e tantas mazelas mais. Mas a ganância não se avexa; agora mesmo o ex-governador Paulo Otávio, todo enrolado na Justiça, começa a formar a equipe que vai assessorá-lo na campanha para governador em 2018. Depois dizem que é o Rio de Janeiro que tem “dedo podre”. Até tem, mas Brasília tem conseguido superar.
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