Impunidade resguardada

Com a morosidade e a incompetência do CADE para conduzir o processo, os maiores escritórios de advocacia do Brasil, que estão assessorando grandes instituições financeiras no cartel do câmbio, têm apostado na legislação que rege a prescrição como salvação para seus clientes. É que a maioria dos grandes exportadores e importadores, que teriam bilhões a receber em indenizações dos bancos que operaram o cartel, ainda não ingressaram na justiça brasileira com processos de interrupção de prescrição. Grandes companhias como CSN e TAM já avançaram neste sentido e deverão ser as primeiras companhias brasileiras a receber indenizações milionárias dos bancos. 

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