O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, segue os passos do ex-ministro Antonio Palocci, e tem colocado grandes instituições financeiras nacionais na alça de mira de sua delação premiada. Após a mega delação da Odebrecht, só restará aos novos delatores o fornecimento de fatos novos, se quiserem que o judiciário homologue seus acordos.
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