A saída de Maria Silvia Bastos Marques do BNDES é o primeiro indício de que dificilmente alguém em sã consciência aceitará a difícil missão de defender as políticas e decisões do banco, especialmente durante os mandatos de Lula e Dilma, na comissão parlamentar de inquérito. Maria Silvia deixou a presidência da instituição, após quase um ano no cargo, sem revelar os termos e condições do empréstimo bilionário que o BNDES concedeu ao polêmico Porto de Mariel em Cuba. O seu silêncio e omissão só preservaram Lula e a Odebrecht, beneficiários da obra.
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