É assim que os parlamentares mais experientes estão afirmando que os envolvidos na operação Lava Jato ficam. Não arranjam mais empregos, ficam marcados pela população, não podem frequentar locais públicos, como restaurantes, cinemas, teatros, shows, e outros afins, não podem ocupar transportes coletivos como aviões, ônibus e outros meios de transporte. Para se ter uma ideia, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, não usa mais o carro oficial de placa ‘número 1 – Presidente da Câmara’. Agora anda em carro com placa fria. Eis que surge um novo termo no vocabulário brasileiro: “morte civil”.
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