Bradesco, Santander e Safra através dos seus respectivos presidentes, Luiz Carlos Trabuco Cappi, Sergio Rial e Joseph Safra começam a depor a contragosto no dia 07 de junho na 10ª Vara Federal de Brasília. Pesa contra eles a acusação de compras de sentença do Carf através de consultorias. Para o Bradesco as compensações fiscais chegam a 10 bilhões de reais, para o Safra 1 bilhão e 500 milhões de reais e para o Santander 1 bilhão de reais. Os depoimentos são parte dos desdobramentos da operação Zelotes, cuja CPI na Câmara misteriosamente não apresentou nenhuma denúncia. Como se vê, o que deve ter corrido de dinheiro para os parlamentares naquela comissão não está no gibi.
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