O Banco JP Morgan continua transferindo propositadamente para Hong Kong os brasileiros que participaram da criação da famosa e complexa Blessed. A exceção é a diretora executiva da instituição Patrícia Moraes, que ainda permanece no Brasil devido as conexões políticas de seu pai que, reza a lenda, ainda garantem alguma proteção para ela e para o banco. A sorte de Patrícia é que a força tarefa da Lava Jato em Curitiba, liderada pelo juiz Sergio Moro, ainda não despertou grande interesse por instituições financeiras. Além de maior banqueiro da família Batista, o Banco JP Morgan foi um dos maiores operadores do cartel do câmbio que, segundo o acordo de leniência do banco suíço UBS, manipulou o Real de 2003 a 2013, gerando bilhões de reais de prejuízos as empresas e cidadãos brasileiros.
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