Executivos e ex-executivos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) estão tendo enorme dificuldade para explicar e justificar as condições pra lá de subsidiadas concedidas à Joesley Batista no empréstimo bilionário para a compra do Banco Matone. O rápido enriquecimento de alguns diretores do FGC, com destaque para um ex-diretor jurídico, está sendo investigado por uma força-tarefa ligada à Lava Jato.
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