A Petrobras está negociando – sem o devido processo competitivo e a preço de banana – com a companhia indiana Deepak, os equipamentos adquiridos para a planta de amônia que estava sendo construída na cidade de Uberaba, Minas Gerais, e cujas obras foram paralisadas em 2015. Com a fábrica, que já deveria estar em operação, o Brasil reduziria substancialmente a dependência externa de uma matéria prima estratégica para o agronegócio. A não ser que a operação seja detectada e revertida pelo Tribunal de Contas da União, os brasileiros continuarão pagando a conta, tanto dos fertilizantes mais caros como dos péssimos negócios da Petrobras.
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