O Correio da Bahia, jornal de Salvador, que tem como proprietários Antônio Carlos Magalhães Junior e seus filhos ACM Neto e Renata Viana de Magalhães, recorreu à Associação Nacional de Jornais reclamando que o governo da Bahia, desde o ano passado, reduziu drasticamente a publicidade no referido jornal. Há um velho adágio popular que afirma: “quem tem com que me pague, nada me deve”. Este ditado se aplica neste momento, já que foi há alguns anos, de maneira cruel, que um pai, avô dos atuais proprietários do Correio da Bahia, o velho ACM, destruiu o jornal. Além de não anunciar no jornal, ele proibia que a iniciativa privada também o fizesse. Tal atitude resultou na destruição do Jornal da Bahia. Anos mais tarde, o mesmo ACM perseguiu a Tribuna da Bahia, de propriedade de Elmano Castro, decretando também a sua quase extinção. Não contente, ACM perseguiu o jornal A Tarde, fazendo com que o mais antigo jornal baiano emagrecesse. Para se ter uma ideia, hoje, a grande Salvador tem 4 milhões de habitantes e os três jornais que circulam, Correio da Bahia, A tarde e Tribuna da Bahia, juntos não vendem diariamente 150 mil exemplares, o que significa um dos índices mais baixos de leitura do Brasil. O governador Rui Costa erra ao discriminar o jornal de uma parte da família Magalhães, esquecido de que os maus, por si só, se destroem.
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