Após a entrada da americana Liberty na Fórmula 1, além da audiência, o esporte deverá perder, segundo muitos de seus ídolos e ícones, sua identidade. A principal crítica da ala tradicional do esporte é que a Liberty visa apenas os lucros e deverá levar, cada vez mais, provas dos circuitos tradicionais para circuitos de países emergentes, que topam pagar milhões de dólares e cumprir exigências cada vez maiores dos organizadores.
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