Após combater com unhas e dentes por anos o rentável negócio de lavagem de dinheiro na Suíça, fica difícil entender a vista grossa e a conivência do implacável Departamento de Justiça Norte Americano (DoJ) com o Banco JP Morgan no caso JBS. Conforme comprovado através de documentos fornecidos por Joesley Batista em sua colaboração premiada, o banco norte-americano abriu pelo menos duas contas em sua sede em Nova York para que Joesley movimentasse livremente centenas de milhões de dólares em pagamentos de propinas a políticos brasileiros durante anos e sem ser incomodado.
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