Democracia Vulnerável 

O atentado ao Bolsonaro merece uma reflexão maior que o ódio, a radicalização e a violência verbal potencializados pelo eminente deslocamento do eixo de poder político dos mandatários das últimas eleições presidenciais: PT e PSDB.

Por que de um clima tão tenso, explosivo e inseguro? Não é só a política a responsável, o papel da justiça tem que ser avaliado também.

• Às vésperas do atentado veio à público vídeo de José Dirceu incitando a militância a assumir seu papel e ir as ruas pelo projeto do PT. Esse mesmo José Dirceu, condenado em 2a. Instância pelo TRF4, foi posto em liberdade através de uma manobra jurídica da 2a. Turma do STF liderada pelo ex-militante do PT e juiz biônico ministro Toffoli.

• Já virou motivo de piada nacional os inúmeros “habeas corpus” do ministro Gilmar Mendes em defesa de empresários, doleiros e operadores dos políticos.

• Um voto confuso da ministra Carmem Lúcia evitou a suspensão dos direitos políticos do senador Aécio Neves, pego em conversa nada republicana com o mega corruptor Joesley Batista.

• Isso tudo começou quando o ministro Lewandowski legislou no julgamento de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, garantindo seus direitos políticos.

É fácil entender agora a frustração da sociedade com a falta de perspectivas de mudanças com as eleições de 2018,  gerando um clima nada amigável.

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