Tudo indica que o governo Rui Costa não contabilizou como gasto com pessoal, as despesas decorrentes da contratação de terceirizados, inativos e pensionistas com recursos vinculados. A manobra não passou batida pelo Tesouro Nacional, que afirma que o governo baiano gastou mais de dois bilhões de reais acima do permitido por lei. Se as explicações não convencerem o Tesouro Nacional, a Bahia poderá ficar também sem a transferência voluntária de recursos da União.