As centenas de executivos que foram apanhados na Lava Jato e não mais trabalham na OAS, Odebrecht, UTC, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e outras menores e que ainda não receberam sua indenizações não conseguem trabalhos e alguns tem débitos altíssimos com seus advogados. Quem conseguiu permanecer no exterior não volta ao Brasil, quem ficou no Brasil e não foi condenado aguarda decisão judicial. Ontem já se falava entre os parlamentares em tomar uma decisão para salvar alguns executivos