Setores da cultura e do jornalismo em crise

A editora Abril, que pediu recuperação judicial desde o ano passado, não resolveu sua dívida de mais de um bilhão e meio. Demitiu funcionários, fechou publicações e ainda não acertou o pé. Anunciou uma venda que até hoje não foi confirmada. Na Bahia, o mais antigo e tradicional jornal do estado, A Tarde, também não acertou o passo. Os cinco herdeiros, dois sobrinhos, uma tia e dois tios, querem 25 milhões de reais segundo revelou a este blog um dos herdeiros. As dívidas trabalhistas, empréstimos bancários além de dívidas tributárias afogam o mais tradicional jornal baiano. A Livraria Cultura dá os últimos suspiros num país onde pouco se lê e outras publicações estão vivendo de empréstimos bancários e publicidade oficial.

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