O barulho do mal

Os eventos da última semana são estarrecedores, capazes de minar a fé que as pessoas têm na humanidade. Os massacres de Suzano e da Nova Zelândia foram executados por poucas pessoas, dois jovens no Brasil e apenas um homem no Distrito de Christchurch. Nesse momento refletimos como o mal é capaz de fazer tanto barulho e ganha todo o destaque, enquanto o bem para ser ouvido precisa ser gigantesco para que seja enxergado. Não se está querendo diminuir a proporção das tragédias e o sofrimento das famílias, mas vejamos o exemplo oposto. Sexta-feira da mesma semana jovens de mais de 100 países, promoveram em torno de 2000 eventos ao redor do mundo para protestar contra as fracas políticas para as mudanças climáticas. Foi preciso que um movimento global ocorresse para que houvesse destaque na mídia. Talvez, as pessoas estejam precisando de mais bons exemplos e visibilidade das boas ações para recobrar a fé e a disposição para o bem, mas tudo que encontram nas mídias são poucos fazendo o mal e com isso obtendo toda a atenção.

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