Ponta do iceberg II

Mais do que a construção da cidade administrativa e as operações delatadas na operação “E o Vento Levou”, Oswaldinho, Aécio e sua turma desviaram centenas de milhões de reais através de operações de compra e venda de energia. O esquema, revelado em primeira mão por este blog, envolveu a estatal Cemig, comandada a época por Djalma Bastos de Morais, que também é alvo da operação “E o Vento Levou”, e o empresário Walter Fróes. Fróes é controlador da CMU Energia, empresa que sob a gestão tucana no estado de Minas Gerais se transformou milagrosamente em uma das maiores comercializadoras de energia do país. Não é à toa que Oswaldinho aumentou sua impressionante coleção de carros antigos após a aproximação com Aécio e Fróes.

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