Os verdadeiros vilões da Vale S.A. II

Após um golpe de mestre e com a ajuda do BNDES e de José Serra, que fez fortuna com a assessoria, o playboy paulistano, até então filho do controlador de uma tecelagem em dificuldades financeiras, deixou a Vale S.A. para ficar com a também privatizada Companhia Siderúrgica Nacional. Com sua saída, FHC e os governos que o sucederam promoveram uma enorme parceria público privada entre o Banco Bradesco e os fundos de pensões das estatais para controlar a Vale. À frente da mineradora, o banco de Osasco investiu bilhões do dinheiro ganho destruindo o meio ambiente mineiro no exterior. Aventuras bilionárias e centenas de milhões de reais para executivos nunca faltaram em uma das maiores PPPs do planeta. O que as tragédias revelam agora é que sempre só faltaram recursos para recuperar o meio ambiente e as pessoas, vítimas da mineração.

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