Fim do trem da alegria 

Finalmente o Governo Federal através da ANTT (Agência Nacional de Trasportes Terrestres) tomou uma atitude dura contra Transnordestina Logística S.A., controlada pelo CSN do empresário paulistano Benjamin Steinbruch. A Agência instaurou um processo de caducidade da concessão devido aos enormes atrasos da concessionária. O processo permitirá a devolução da concessão ao Governo Federal. Após 13 anos de obras, cerca de um terço dos 1753 km previstos da ferrovia foram entregues até agora. Este desempenho ridículo aconteceu apesar de quase a totalidade da obra ter sido financiada por bancos públicos ou capital da Valec, estatal que devido aos aportes passou a deter grande a maioria das ações da concessionária. A CSN, que pouco investiu no projeto, estourou não só o prazo, mas também o orçamento. Para piorar, até hoje a concessionária controlada por Benjamin Steinbruch não honrou cláusulas básicas dos empréstimos que tomou. Não é a toa que a ferrovia virou o trem da alegria de Banjamin e políticos que ganharam milhões com as obras e os atrasos. 

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