A carta de Léo Pinheiro e a fala de Palocci na CPI desnudaram os falsos argumentos jurídicos e ideológicos dos fiéis defensores do maior corrupto da história do Brasil. Como ficam agora os agentes de Lula no STF, Toffoli, Lewandowski, Gilmar Mendes e o recém aliciado Alexandre de Morais, vão ainda sustentar a farsa jurídica que articulam? E a PGR-Raquel Dodge vai ainda segurar a delação de Léo Pinheiro há 5 meses na sua gaveta? O mundo acadêmico dos inocentes úteis vai reagir ou vai continuar convivendo com a riqueza do conhecimento e a pobreza de sabedoria que hoje demonstra? Respostas cabem a cada um, mas faltas confessadas com chorumela de santa ingenuidade não merecem penitência nem perdão, pois são todos sabidamente coadjuvantes da mesma quadrilha.