A deputada Tabata Amaral revelou esta semana que entrará na Justiça Eleitoral para sair do PDT sem perder o mandato. A deputada foi suspensa pelo partido por votar a favor da reforma da previdência, contrariando a orientação do partido. Quando um deputado em exercício sai do partido, perde o mandato, porém consegue mantê-lo caso tenha sofrido perseguição política. Tabata afirma que: “Já se passaram mais de três meses. Enviei uma carta ao presidente Lupi pedindo que fosse julgada, sou ignorada. Não estou podendo atuar de forma efetiva na Câmara, não sou indicada para comissões, nada. Estou suspensa sem previsão de julgamento. É perseguição política.” Afinal, quem ganha com esse impasse?