Se ACM fosse vivo, FHC não escrevia o que está publicando

No seu quarto livro sobre seus dois governos, um bom e outro péssimo, o ex-presidente FHC é de uma maldade incrível contra o ex-ministro e ex-governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães. Chega ao ponto de classificar como “nojenta” a relação de ACM com ele. Faz outros ataques ao morto. Esquece que deve a sua reeleição à ACM, seu filho Luís Eduardo e Sérgio Mota. Não lembra que quando explodiu o escândalo envolvendo ele e a jornalista Miriam Dutra da Globo foi ACM e Luís Eduardo que administraram, junto aos herdeiros de Roberto Marinho, a ida dela para Portugal acompanhada da criança que ela diz que é dele e ele diz que não é. Quando a filha de Sérgio Mota, o todo poderoso ministro das comunicações, foi presa numa blitz policial na Bahia e ACM foi informado que no interior do veículo tinha documentos sigilosos que comprometiam o ministro, não divulgou, tirou cópias e devolveu a Sérgio Mota. No isolamento em que se encontra em São Paulo, Fernando Henrique comete uma das mais violentas traições atacando o morto. Seria bom que o prefeito ACM lesse o livro e defendesse o avô de quem diz que quer ser o herdeiro. 

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