Chilenos e bolivianos continuam nas ruas; os atos são políticos contra um presidente já eleito, no caso do Chile, e um que foi reeleito mais uma vez, mas é acusado de fraude na Bolívia. Os órgãos de segurança do Brasil têm acompanhado com muita atenção as movimentações e as fronteiras brasileiras estão reforçadas pelas forças armadas.