Olho no céu e bolsos vazios

Números espantosos dos prejuízos decorrentes do aguaceiro que abateu São Paulo nos últimos dias registram mais de R$140 milhões de reais, dentre outros problemas como abastecimento de produtos e queda geral do comércio paulista. As intempéries climáticas sempre foram as temidas vilãs para os gestores públicos, permanentemente às voltas com a contabilidade municipal entre receitas e despesas, uma colada na outra e beirando os limites da Lei da Responsabilidade Fiscal. A Confederação Nacional dos Municípios mostra que, nos últimos 17 anos, foram registrados 35 mil decretos de calamidade e de emergência reconhecidos pelo governo federal, sendo 55% em função das secas, e 45% pela chuva. A média desses decretos é de quatro mil por ano. A verdade é quem maioria dos prefeitos já não consegue suportar o reajuste anual do salário mínimo, muito menos realizar obras de construção de reservatórios de água para minimizar falta de água , ou implantar redes de esgoto pluvial para escoar aguaceiros.

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