Cadáver de policial morto na Bahia rende dividendos políticos

A Justiça do Rio negou o pedido para cremação do corpo de Adriano da Nóbrega, morto no último domingo pela polícia militar da Bahia. “O corpo apresenta anemia profunda, politraumatismo, além de instrumento de ação perfuradora contundente”. Este episódio está rendendo dividendos políticos de consequências imprevisíveis. O senador Flávio Bolsonaro, amigo do morto, é contra a exumação. É preciso lembrar que a história lembra que cadáver que não é enterrado ou cremado dá complicações futuras.

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