A cada dois anos, surgem eles e elas, mirando uma consagração eleitoral que nunca alcançam, embora pouco se analisem como perdedores após as urnas abertas. Sonham ardorosamente os palcos legislativos estaduais ou municipais, de acordo com o calendário bianual, falhando num e noutro, repetidamente. Esperneiam por todo o período eleitoral, buscando as brechas da mídia e o reconhecimento do eleitorado, contudo os votos continuam magros a cada disputa. Pouco importa o repentino abatimento pós-eleitoral… daqui a dois anos, o candidato se apresentará de volta. Agora vai!