O tempo está completamente fechado para o grupo do Tribunal de Justiça da Bahia, que continua preso, desde novembro do ano passado, na Penitenciária da Papuda. A Procuradoria Geral da Justiça define os acusados como “integrantes de associação criminosa complexa”, e pede que seja mantido o encarceramento como única forma de interromper tal cadeia criminosa. A ex presidente do TJ Bahia, Maria do Socorro, o juiz Sérgio Humberto e mais três servidores da corte baiana são considerados como quadrilha na Operação Faroeste da Polícia Federal. O genro da desembargadora acusada Maria do Socorro, Mário Duarte,que também está preso, é definido pela PGR como “ativo operacional dos crimes” e é liderado pela magistrada baiana. As investigações desconfiam de um giro de mais de R$26 milhões sem origens legais , desde o ano de 2013, com um cardápio de crimes variados que “contaminaram o poder judiciário estadual baiano”