Farda, fardão e votos para vir

O jornal O GLOBO anunciou ontem que sete capitais brasileiras teriam representantes militares  às prefeituras nas próximas eleições de outubro. Tem patentes pra todos os gostos, de cabo a coronel, principalmente das polícias militares estaduais. Dois cabos, um sargento, dois capitães, dois majores e um coronel querem mandar na política municipal, bem longe dos quartéis e das devidas continências. Em duas capitais, pelo menos, Florianópolis e Salvador, os candidatos de farda contam com o apoio poderoso dos governadores de seus estados. E isso faz a diferença, atemorizando os adversários que tentam denegrir, sempre que possível, a atuação cotidiana dos agentes de polícia. Em Salvador, quase toda semana, surgem casos na imprensa de atuações policiais militares violentas, o que deixa transparecer entre alguns analistas políticos, uma estratégia eleitoral para demonizar a corporação, e por reação em cadeia as candidaturas de dois festejados pré-candidatos à prefeitura que são a Major Denice Santiago, ex-comandante da Ronda Maria da Penha, e do pastor-sargento Isidório atualmente o deputado federal mais votado da Bahia.

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