Dois ícones da corrupção no Brasil vão para prisão domiciliar em razão do coronavírus. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que está preso no Rio de Janeiro, e o ex-senador Luiz Estevão, que estava preso em Brasília. Ao determinar a prisão domiciliar para Eduardo Cunha, a juíza Gabriela Hardt, de Curitiba, o fez porque Eduardo Cunha se submeteu a intervenção cirúrgica no Rio. Vai cumprir domiciliar, mas terá que voltar à cadeia logo depois da onda do coronavírus. Igualmente o doleiro Dario Messer, esse solto pelo juiz Rogério Schietti. O curioso é que a Justiça brasileira é generosa. Nos presídios federais todos ficam confinados sem direito a domiciliar, nos Estados Unidos nem pensar. Enfim, há de se aplaudir a Lava Jato e sobretudo o atual clima que reina no país.