Nem que seja na moedinha

Se fosse nos “tempos de meninos”, onde as disputas juvenis ocorriam a qualquer hora, respeitaríamos a moedinha jogada para cima e a questão estaria decidida num simples cara-ou-coroa. Mas, vivemos o mundo dos adultos – e com ele, todas as complexidades de várias faces – infelizmente. Todos os habitantes do planeta, com algum nível de percepção, já entenderam que o desafio para o mais assertivo combate à pandemia do coronavírus é conseguir administrar a curva de crescimento da doença – não deixando acontecer um pico de manifestação da doença – colapsando a capacidade técnica dos hospitais seja de qualquer país do mundo. Contudo, mesmo sabendo que esse é o nosso objetivo, deparamos com os interesses de cada grupo, que é também uma forma de vírus da humanidade moderna, impedindo solução e providências em uma mesma direção.

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑