Via maquininha

Sem poder contar com a ajuda do grandes bancos, que até nada fizeram para ajudar a combater os efeitos colaterais do confinamento impostos pelas autoridades, Paulo Guedes e sua equipe têm buscado alternativas para fazer o dinheiro chegar até os pequenos e médios empresários. Em conferência com investidores, Guedes mencionou as maquininhas da Stone e PagSeguro, que não são associadas à nenhum dos grandes bancos, como exemplos de empresas que têm ajudado os pequenos de verdade. Acostumado a ver os grandes a ficarem sentados em montanhas de dinheiro em momentos como este em crises passadas, além das maquininhas, Guedes deve recorrer à ajuda de Fintechs e dos FIDCs, que já substituíram grande parte das factorings pelo Brasil.

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