Mesmo Bolsonaro demonstrando sua incapacidade para liderar um plano nacional para a crise advinda do coronavírus e sua tolerância com a corrupção ao abraçar o Centrão para proteger filhos quebrando promessas de campanha, verifica-se que mesmo assim ele consegue manter um grupo de fanáticos seguidores de direita. Os mais extremados ainda crentes nos milagres do AI-5, mas boa maioria está entre os evangélicos. Míopes pelo populismo, bombardeados por robôs digitais, seus adoradores não enxergam no presidente traços de autoritarismo, narrativas mentirosas e seu déficit de inteligência emocional. Já Lula alimentava seus devotos, alguns letrados inocentes úteis, com ações de socialismo de esquerda como MST, Fórum de São Paulo e sindicalismo, mas nos bastidores ele se preocupava mesmo é com sua real ideologia dos prazeres dos bons vinhos, amantes e uma relação promíscua com empresários. Esse comportamento quixotesco de extremistas da direita e esquerda é o traço comum desse bando de tolos obedientes. Sob a liderança de sociopatas como Lula e Bolsonaro, uma elaborada retórica consegue mantê-los fiéis escudeiros no irreal e imaginário mundo dos moinhos de vento. Infelizmente a marcha se repete, nos falta mesmo é mais educação.