O mundo recebe a notícia de que os braços da realeza britânica se ofereceram para a vacina salvadora do mundo. A legendária rainha da Inglaterra Elizabeth 2ª, vencedora da Segunda Guerra Mundial, e testemunha ocular dos maiores feitos históricos em seus 92 anos de existência, junto com seu marido, o príncipe Philip, de 99 anos, fizeram questão de participar do evento inaugural de vacinação no Reino Unido. O Papa Francisco, o maior líder espiritual do mundo, de forma humilde e participativa como deve ser, anuncia que será vacinado durante esta semana, e denuncia o “negacionismo suicida” em partes do mundo. E outras personalidades como o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez questão de dar o exemplo sendo vacinado em transmissão de TV ao vivo. Enquanto isso, aqui no Brasil de mais de 200 mil mortes e já ultrapassando 7 milhões de infectados, um desabotinado capitão em cargo passageiro de chefe-da-nação continua fazendo pouco caso da pandemia, e torce para que o Brasil se divida ao meio entre aqueles brasileiros que irão se vacinar e outros que negam o perigo da COVID-19, como ele. Certamente Bolsonaro sairá desse cruel acontecimento pandêmico sem um furo de agulha no braço… mas cada vez mais parecido com um jacaré.