Não existe Centrão político e nem mais uma rodada do auxílio emergencial econômico que deem a certeza na renovação do mandato de Bolsonaro. O “buraco é maior e mais embaixo”. A gestão federal do capitão-presidente errou em vários terrenos: polemizou temas em demasia, criou atritos entre poderes que não merecia, praticou atos antissociais onde não devia, esqueceu as bandeiras de campanha que prometia e, principalmente errou feio e de forma criminosa, em sempre negar a pandemia. Jair Messias Bolsonaro, pelo conjunto da obra, vai para o ralo da história do Brasil a partir do dia primeiro de janeiro de 2023.