Já vai tarde!

Ninguém sabe explicar como Miguel Nicolelis, um neurocientista paulista sem qualquer experiência em saúde pública, epidemiologia, ou infectologia, tornou-se coordenador de um comitê científico de estados nordestinos, voltado ao combate à pandemia da COVID-19. Ao longo do seu período de coordenação, os demais integrantes do comitê, estes sim pessoas qualificadas no tema, se viram constrangidos pelas seguidas opiniões exageradas e descabidas, emitidas sem consulta aos seus pares e veiculadas na imprensa diretamente pelo coordenador. A revolta dos integrantes do comitê e também dos governadores com a verborragia de Nicolelis culminou com o esvaziamento do órgão, transmutado em ferramenta de promoção do pensamento alarmista do neurologista, para desespero de governadores e prefeitos.

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